
«“És perfeito, sabias?”, Ele responde de imediato e sem hesitar: “Não sou perfeito. Não digas isso!”. Como convencê-lo de que é, de facto, perfeito? E que essa perfeição é o facto de mutuamente complementarmos as respectivas naturezas; é o ser tudo o que admiro, encerrado numa só pessoa. Ele sabe, por intuição, sexto sentido, ou simplesmente porque brotou no seu âmago a certeza, que é a bússola da minha existência. Tornou-se o meu objectivo. E a minha motivação. Se tento ser melhor do que sou, é por Ele; se escrevo umas quantas linhas soltas num papel, é por pensar nEle; se procuro lutar por um futuro mais auspicioso, é porque Ele me incentiva. Ele, é, por assim dizer, o antídoto para as minhas imperfeições e fraquezas.Já não podia passar nem mais um dia sem Ele. Pude, mas não tenciono repetir essa angústia. Se resisti antes, foi porque pensei sempre nEle, o que simultâneamente me dava alento e me devassava de saudades.»
*Bailey's

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