Já se tornava ridículo a falta desta música aqui no blog, já que ela me tem atormentado as noites preguiçosas e ansiosas por ver a luz de um novo dia que me deixe, enfim, fechar os olhos, amolecer o corpo e descansar. É que os meus sonos são filhos da mãe bastardos sem ponta por onde se lhes pegar. Os horários trocados não me deixam viver as manhãs à muito tempo. E as noites, suspeito, têm sempre mais horas do que os dias. Para lhes sobreviver quase que acredito que me basta um só de todos os sentidos. E um dedinho adivinhador para carregar no play.
Sol Seppy : Slow Fuzz
Para as noites vagarosas e para os fins de tarde a andar de bicicleta à chuva. Há uma parte de ser criança que eu acredito estar ainda por viver.
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